quarta-feira, 30 de maio de 2012

O ocultamento do Tratado da Verdadeira Devoção e o ocultamento do Terceiro Segredo de Fátima



S. Luis Maria Grignion de Montfort

S. Luis Maria Grignion de Montfort, basílica de S. Pedro, Roma. Nessa inspirada e sugestiva escultura, o demônio é mostrado com o Tratado em suas mãos, na inútil tentativa de ocultá-lo Como vemos, os desígnios de Deus são claros e muito simples: O Reino de Cristo se estabelece pelo Reino de Maria e o Reino de Maria, pela propagação da Total Consagração à Santíssima Virgem, ensinada por S. Luis Maria de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção. Com isso em mente, compreende-se a razão que levou o Inimigo de Deus a ter tamanho ódio deste pequeno livro (o Tratado da Verdadeira Devoção) e a escondê-lo durante 130 anos (1712-1842), conforme o próprio santo previra. Também a partir desse contexto compreende-se o ocultamento do Terceiro Segredo, por parte da alta hierarquia da Igreja, desde que deveria ter sido revelado em 1960 por solicitação do Alto. Mas a hierarquia vendo-se pressionada —e, em alguns aspectos, seduzida pelas doutrinas dos fautores da Nova Ordem Mundial— resolveu apostar no aggiornamento e deixar a Barca de Pedro ser levada pelos ventos modernistas-progessistas do humanismo maçônico. E assim, como tantas vezes o povo hebreu cedera, os homens da Igreja de Cristo fizeram também ouvidos moucos ao mandato do Céu, anunciado pela voz profética das três frágeis crianças de além-mar. Desde então, a maioria dos representantes de Cristo na terra horizontalizou sua atenção para a temporariedade e a transitoriedade do mundo. Procurando agradar o homem lamentavelmente deixam de lado a seiva das milenares devoções e o inadiável apelo profético que implicam diretamente na salvação das almas. Salvação que é justamente confiada a estes mesmos homens da Igreja. Muitos deles tão ocupados com as coisas da terra que já não mais voltam seus olhares para as verdades do Céu. Enquanto isso, os fiéis católicos, mornos e apáticos em seu testemunho de Fé, já não mais se diferenciam em pensamento e conduta dos inimigos de Cristo. Eis a "relevância" aterrorizante da mensagem de Fátima, de acordo com Bento XVI. Mas, ainda assim, a última palavra na história é a bondade de Deus. Para ser louvado com um espírito de penitência e de conversão. 


 Fonte: A estreita relação profética entre Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Perfeita Devoção | A PERFEITA DEVOÇÃO http://www.perfeitadevocao.org/APerfeitaDevocao-.php?id=21

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Conselho da JMJ 2013 é instituído no Rio de Janeiro




Site JMJ Rio 2013
Conselho da Jornada Mundial da Juventude JMJ Rio2013 foi instituído nessa quarta-feira, 23, no Rio de Janeiro
Identidade, integridade, fidelidade, finalidade e exequibilidade. Essas são as características atribuídas ao Conselho da Jornada Mundial da Juventude JMJ Rio2013, instituído nessa quarta-feira, 23, em uma cerimônia no Palácio São Joaquim, residência do presidente do Comitê Organizador Local (COL) e arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Composto por cerca de 30 pessoas das mais variadas áreas de atuação, como juristas, empresários e educadores, o Conselho acompanhará o trabalho desenvolvido pelo COL em seu conjunto, mas atuando também diretamente junto aos setores.

A instituição do Conselho estava já prevista no estatuto do Instituto Jornada Mundial da Juventude, forma jurídica do COL.

A abertura do evento foi feita por Dom Orani, que falou da necessidade de toda a sociedade estar unida em prol da juventude e do objetivo da Jornada que é, entre outros, promover valores para o bem comum. “Falar da JMJ é falar da importância do jovem para o mundo de hoje e de amanhã”, disse ele.

Em seguida, o diretor geral do COL, monsenhor Joel Portella Amado, destacou os pontos fundamentais da organização da Jornada e apresentou os setores de trabalho. Os responsáveis por cada setor, como voluntariado, hospedagem, atos centrais, relações institucionais, hospedagem, cultura, entre outros, explicaram um pouco do mecanismo operacional.

Dom Orani concluiu a apresentação ressaltando o que se espera do Conselho recém-criado e as formas específicas de colaboração. Os presentes fizeram questão de afirmar o compromisso de não só colaborarem com orientações, mas de trabalharem ativamente para que a Jornada alcance pleno êxito em todas as áreas de atuação.

“O momento nosso histórico exige exatamente a união de forças. Acho que é fundamental porque o ideal a ser almejado é um ideal muito nobre, muito digno. Agora é o momento de juntar-nos, em torno desse grande ideal, sejam pessoas que tenham mais influencia na sociedade, sejam pessoas que tenham as expertises nas diferentes áreas, por isso a razão do Conselho, formado por pessoas de diferentes áreas do conhecimento que possa colaborar com a Igreja no sentido de buscar caminhos para que a Jornada seja realmente um sucesso. Acho que esse é o sonho de todos nós”, afirmou padre Josafá Siqueira, reitor da PUC- Rio.

Para a conselheira Maria Cristina Sá pela JMJ ser um evento “de tal porte e tão importante para o Brasil e para o mundo que é fundamental que se juntem pessoas e mãos para trabalharem, cada um com seu potencial”.

“Como educador me sinto não só honrado, mas com um desafio pela frente, que quero enfrentar com todas as minhas forças, para poder colaborar com o êxito da Jornada Mundial da Juventude. É um momento muito importante para, nesse mundo tão conturbado o mundo como o que vivemos tenhamos um momento de reflexão para pensarmos um mundo melhor, em uma convivência pacífica”, ressaltou Carlos Serpa, presidente da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio. 

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terça-feira, 22 de maio de 2012

DEUS FALA PARA O HOMEM



Meu Filho, Tu podes não me conhecer, porém eu sei tudo sobre ti (Salmo 139:1)

Eu sei quando te assentas e quando te levantas (Salmo 139.2)

Eu conheço todos os teus caminhos (Salmo 139.3)

Até os cabelos da tua cabeça estão todos contados (Mateus 10.29-31)

Pois tu foste feito à minha imagem (Génesis 1.27)

Em mim tu vives e te moves, e tens existência (Atos 17.28)

Pois tu és a minha descendência (Atos 17.28)

Eu já te conhecia mesmo antes de seres concebido (Jeremias 1.4-5)

Eu te escolhi quando ainda planeava a criação (Efésios 1.11-12)

Tu não és um erro (Salmo 139.15)

Pois todos os teus dias foram escritos no meu livro (Salmos 139.16)

Eu determinei a hora exata do teu nascimento e onde deverias viver (Atos 17.26)

Tu foste feito de forma admirável e maravilhosa (Salmo 139.14)

Eu te formei no ventre de tua mãe (Salmo 139.13)

E te trouxe à luz no dia em que nasceste (Salmo 71.6)

Eu tenho sido mal interpretado por aqueles que não me conhecem (João 8.41-44)

Eu não estou distante nem zangado, mas sou a completa expressão de amor (I João 4.16)

E é meu desejo derramar meu amor sobre ti (I João 3.1)

Simplesmente porque tu és meu filho, e eu sou o teu Pai (I João 3.1)
Eu te ofereço mais do que o teu pai terrestre jamais poderia oferecer (Mateus 7.11)

Pois eu sou o Pai Perfeito (Mateus 5.48)

Cada boa dádiva que recebes vem da minha mão (Tiago 1.17)

Pois eu sou o teu provedor e cuido de todas as tuas necessidades (Mateus 6.31-33)

O meu plano para o teu futuro sempre foi cheio de esperança (Jeremias29.11)

Porque eu te amo com um amor eterno (Jeremias 31.3)

Os meus pensamentos para contigo são incontáveis, como a areia da praia (Salmo 139.17-18)

E eu me regozijo em ti com cânticos (Sofonias 3.17)

Eu nunca deixarei de te fazer o bem (Jeremias 32.40)

Pois tu és o meu tesouro precioso (Êxodo 19.5)

Eu desejo te estabelecer com todo meu coração e toda minha alma (Jeremias 32.41-42)

Posso revelar-te coisas grandes e maravilhosas (Jeremias 33.3)

Se me buscares de todo o teu coração, me encontrarás (Deuteronômio 4.29)

Deleita-te em mim e eu te darei os desejos do teu coração (Salmo 37.4)

Pois sou eu quem colocou em ti esse desejo de me agradar (Filipenses 2.13)

Eu sou capaz de fazer mais por ti do que jamais poderias imaginar (Efésios 3.20)

Pois eu sou a tua maior fonte de encorajamento (II Tessalonicenses 2.16-17)

Eu sou também o Pai que te consola em todas as tuas aflições (II Coríntios 1.3-5)

Quando estás quebrantado, eu estou próximo de ti (Salmo 34.18)

Como um pastor que leva um cordeiro, eu te tenho carregado junto ao meu coração (Isaías 40.11)

Um dia eu limparei toda a lágrima dos teus olhos (Apocalipse 21.3-4)

E tirarei toda a dor que tens sofrido nesta terra (Apocalipse 21.4)

Eu sou o teu Pai e te amo, tal como amo o meu filho Jesus (João 17.23)

Pois em Jesus foi revelado o meu amor por ti (João 17.26)

Ele é a representação exata do meu ser (Hebreus 1.3)

Ele veio para demonstrar que eu sou por ti e não contra ti (Romanos 8.31)

E para dizer que eu não estou a levar em conta os teus pecados (II Coríntios 5.18-19)

Jesus morreu para que tu e Eu pudéssemos ser reconciliados (II Coríntios 5.18-19)

A sua morte foi a expressão suprema do meu amor por ti (I João 4.10)

Eu entreguei tudo o que amava para poder ganhar o teu amor (Romanos 8.32)

Se receberes a dádiva do meu filho Jesus, recebes-me a mim (I João 2.23)

E nada jamais poderá te separar do meu amor (Romanos 8.38-39)

Vem para casa e haverá grande alegria no céu! (Lucas 15.7)

Eu sempre fui Pai, e sempre serei Pai (Efésios 3.14-15)

A minha pergunta é: Queres ser meu filho (João 1.12-13)

Estou à tua espera (Lucas 15.11-32)

Com amor, do teu Pai Deus Todo-Poderoso
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Mês de Maio- Aos pés de Maria encontramos todas as graças

Mês de sol e de flores... mês de Maria, coroando o tempo pascal. Maria apareceu sobre a terra para preparar a vinda de Jesus, viveu à sua sombra, ao ponto de não a vermos no Evangelho senão como a Mãe de Jesus, a segui-Lo, a velar por Ele; e quando Jesus nos deixa, Ela desaparece suavemente. Desaparece, mas fica na memória dos povos, porque lhe devemos Jesus. Com a prática do mês de Maio, ao exteriorizarmos a devoção que lhe temos, demonstramos á Virgem Santíssima um pouco do nosso amor. Assim estaremos a cumprir a seguinte profecia: “Eis que todas as gerações me proclamarão bem-aventurada!” No meio da dor ou da alegria muitos cantam os seus louvores à Mãe de Deus. É um clamor ininterrupto por toda a terra, que atrai todos os dias a misericórdia de Deus sobre o mundo e que não se explica senão por um expresso querer divino... “Meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração!” ( Fátima - 1917). Há séculos que o mês de Maio é o mês de Maria por excelência. Este tempo forte de devoção à Virgem nasceu do amor que sempre em novas formas se exprime, e da reação contra os costumes pagãos que existiam em muitos lugares no mês das flores. Isto remonta ao século XVI, mas é sobretudo a partir do século XVII, que desde Espanha se espalhou para todo o mundo. Ao longo dos dias deste mês, os cristãos oferecem a Nossa Senhora especiais práticas que os levam a estar mais perto da Mãezinha do Céu. O amor inventou numerosas formas de tratá-la e honrá-la e a Igreja fomentou e abençoou constantemente essas devoções como caminho que conduz ao Senhor, porque Maria é sempre o caminho que conduz a Cristo. Todo o encontro com Ela não pode deixar de terminar num encontro com o próprio Cristo. O que significa um contínuo recurso a Maria para procurar entre os seus braços, n’Ela, por Ela e com Ela, a Cristo Nosso Senhor. Surge assim em nós o desejo de procurar a intimidade com a Mãe de Deus, que é também nossa, de conviver com Ela como se convive com uma pessoa viva, já que sobre Ela não triunfou a morte, antes Ela está de corpo e alma junto de Deus Pai, junto de seu Filho, junto do Espírito Santo. Expressemos nossa devoção para com Maria e também propaguemos estas práticas de amor a todos aqueles que a Divina Providência colocar em nosso caminho. Eis alguns exemplos: Levemos flores para os altares de Nossa senhora, velas, cantos, orações (principalmente a recitação do rosário quotidiano) ou até mesmo o empenho em levar uma pessoa que estava afastada à Igreja. Este é o mês das glórias e das graças de Maria, pois neste tempo honramos a Virgem como a medianeira de todas as graças. São graças de todos os tipos que Ela doa, amorosamente, a quem celebra este mês... Graças de progresso espiritual, de renovação de vida, de conversão, e graças temporais diversas. O Papa Paulo VI exortou-nos: “Exatamente porque o mês de Maio nos leva assim a orarmos com maior intensidade e confiança, e porque durante ele as nossas súplicas encontram mais fácil acesso até o Coração misericordioso da Virgem Maria, aprouve aos nossos predecessores escolher este mês consagrado a Maria para incitarem o povo cristão a orações públicas, todas as vezes que o requeriam as necessidade da igreja, ou algum perigo ameaçador que pairasse sobre o mundo.”E não é, atualmente, o nosso tempo o mais necessitado da ajuda da Mãe celeste? Vamos pois confiantes a Ela, o trono da graça, para alcançarmos a Misericórdia. 

 Ir. Luísa Maria de Montfort

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domingo, 13 de maio de 2012

A natureza angélica





“Então o anjo do Senhor tornou-o pelo 

alto da cabeça e, tendo-o pelos cabelos, 
levou-o com a impetuosidade do seu espírito até Babilônia, 
sobre a cova" 
(Dan 14, 32-35)


É TAL O ESPLENDOR de um anjo, que as pessoas às quais eles aparecem muitas vezes se prostram por terra por temor e reverência para adorá-los, pensando que se trata do próprio Deus — conforme relato das Escrituras e da vida dos santos. E assim que São João conta no Apocalipse: “Prostrei-me aos pés do anjo para o adorar; porém ele disse-me: Vê, não faças tal; porque eu sou servo de Deus como tu .... Adora a Deus” (Apoc 22,9).

É essa natureza maravilhosa que vamos estudar agora.
Seres racionais e livres


Os anjos são seres intelectuais ou racionais, inferiores a Deus e mais perfeitos que os homens. Eles são puros espíritos, não estando ligados a um corpo como nós; são dotados de uma inteligência luminosa e de vontade livre e possante.



Tendo sido criados por Deus do nada, como tudo o mais, os pelo próprio fato de serem puramente espirituais, são imortais, pois não têm nenhuma ligação com a matéria corruptível, como os homens.



Ao contrário da natureza do homem, que é composta (isto é, formada de dois elementos distintos, o corpo e a alma) os anjos têm natureza simples, puramente espiritual. Embora a alma humana seja igualmente espiritual, ela foi criada por Deus para viver em união substancial com o corpo; quando se dá a morte e a alma se separa do corpo, ela permanece em um estado de violência, enquanto não se dá a ressurreição dos corpos.



Já os anjos não têm necessidade de um corpo como o homem.  Desse modo, é um ser muito mais perfeito, sendo inferior, quanto à natureza, apenas ao próprio Deus. Não se pode pois, ao pensar nos anjos, concebê-los à maneira de uma alma humana separada de seu corpo. Esta última não é capaz daquilo que o anjo pode fazer sua simples natureza.



Tal como o homem, os anjos existem realmente enquanto pessoas; ou seja, eles são substâncias individuais, dotadas de inteligência e livre arbítrio*. Em outros termos, eles têm uma existência real, distinta da de outros seres, sendo capazes de conhecer, de amar, de servir, de escolher entre uma coisa e outra. Eles não são portanto, seres imaginários, fictícios, concebidos pelo homem como mero modo poético de exprimir-se, ou como personificações das virtudes e dos vícios humanos ou das forças da natureza,nem tampouco emanações do poder de Deus.

* É clássica a definição de pessoa dada por Boécio: “Rationalis naturae individua substantia “— " Substância individual de natureza racional”.


Os anjos foram elevados à ordem sobrenatural, isto é chamados a participar da vida da graça, cujo fim é a visão beatífica de Deus. Esta elevação é gratuita, mas discute-se em que momento se deu (para São Tomás, foi no momento mesmo de sua criação); é de fé que os anjos deveram sofrer uma prova, porém não se sabe qual teria sido. Depois da prova cessou para eles o tempo de merecer; é também de fé que os anjos bons gozaram e gozam para sempre visão beatífica e que os maus foram condenados a uma pena eterna.
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http://www.fimdostempos.net/anjos_demonios_luta_trevas.html

terça-feira, 8 de maio de 2012

O Rock Satânico




“Canto para inca doce satã.
Quero ir para o inferno".

(Canção do conjunto Led Zeppelin)
"Prazer em conhecê-la.
Chame-me apenas Lúcifer”.

(Da canção Rock Simpatia pelo demônio)

Rock’ n’ Roll não é somente um tipo de música popular; mais do que isso, é uma cultura, com um modo próprio de vestir-se, de falar, de comportar-se; trata-se de uma atitude diante da vida, empanada de anarquismo, de uma postura religiosa que se caracteriza pela revolta contra Deus e a religião. Em última análise, constitui uma espécie de contra-religião, uma religião satanista.


Rock, um dos meios mais poderosos para a difusão do satanismo

Muitos especialistas têm visto na cultura Rock um dos meios mais poderosos para a difusão do satanismo. (
Cf. Bernhard WENISCH, Satanismo, p. 29; W. S. DIAS, Por detrás do Rock in Rio: presença do satanismo? pp. 4-6.; C. A. MEDEIROS, Rock and Roll e satanismo, pp. 1-7.)

Influência de Crowley, "o personagem mais imundo e  perverso da Grã-Bretanha”

Para melhor compreendermos essa afirmação, devemos recordar, ainda que rapidamente, um dos inspiradores confessos desse movimento Rock, sobretudo do Rock pesado (Hard Rock), onde as características satanistas são mais marcantes. Trata-se do satanista inglês Sir Aleister Crowley (1875-1947) considerado pela justiça inglesa como “o personagem mais imundo e perverso da Grã-Bretanha”, que morreu amaldiçoando seu médico por ter-lhe negado mais uma dose de morfina. Sobre sua tumba, após o enterro, foram realizadas cerimônias satanistas, com o cântico da Ode a Satã, de Carducci, o que provocou o protesto da Câmara dos Vereadores de Brighton.

Ele foi fundador ou participante de várias ordens ocultistas inicíaticas, entre as quais a Astrum Argentium (AA) que, em 1920, se transferiu para Cefalú, na Sicília. Em conseqüência de uma morte suspeita na comunidade (falou-se de morte ritual), a policia interveio e a AA foi expulsa do país.

“Em definitivo, comenta um autor a respeito de Crowley, o mago suscitou muitas devoções, mas — corolário ou contrapartida — numerosos discípulos, sobretudo mulheres, se suicidaram tornaram-se dementes ou ficaram reduzidos a meras ruinas” (
Serge HUTIN, On l’appelait ‘la Grande Bête’, p. 121, nota 1.)

A doutrina de Crowley, de maneira mais insinuada do que explicita, foi popularizada pelos Beatles e difundida por meio dos movimentos hippie e Rock a partir dos anos 1960. Tal doutrina se resumia na seguinte frase: “Faça o que quiser, esta é toda a lei” (
Cf. B. Wenisch, op. cit., p. 27.)

O próprio Crowley considerava esse programa anárquico como algo satânico. Numa referência ao Capítulo 13 do Apocalipse, ele se autodenominava “a grande besta — 666”. (
Este número do Apocalipse provavelmente contém uma alusão a Nero como instrumento do demônio e costuma ser utilizado para designar o anti-Cristo.).  Crowley se considerava uma encarnação de Satanás, e sua religião poderia ser qualificada como um panteísmo satânico.

O culto proposto por Crowley é todo permeado de orgia sexual, que para ele é a “meta final, divina e absoluta, forma mais elevada da vida satânico-divina”. (
B. WENI5CH, Satanismo, p. 27.)

Rolling Stones: “Simpatia pelo demônio”
Bernhard Wenisch escreve em seu livro Satanismo: “Uma fonte que esclarece em parte a difusão das idéias satanistas entre a juventude é o Rock pesado (Hard-Rock). A onda já começou no final dos anos 60, quando foi lançada, por exemplo, a música dos Rolling Stones — Simpatia pelo demônio (Sympathy for the Devil). Desde 1970, o conjunto musical Black Sabbath — Sabá Negroapresentou continuamente temas satânicos. Em 1980 foi sucesso mundial a música Sinos do inferno (Hell’s Bells) de AC/DC. Outro sucesso, em 1982 foi O número da besta (The Number of the Beast), do Iron Maiden. Atualmente quase todos os grupos de Hard-Rock/Heavy Metal-Band apresentam o tema satânico. Que o pensamento de Crowley esteja apadrinhando essas canções não é apenas demonstrável históricamente, mas é possível percebê-lo claramente no conteúdo das letras”.(
B.WENI5CH, Satanismo, p. 29.
)

Essa ligação é atestada, por exemplo, por um ex-roqueiro americano, Charles Gugel, que, tendo abandonado o movimento Rock, declarou o seguinte: “Jimmy Page, autor das músicas e líder do grupo Led Zeppelin, admitiu abertamente, por diversas vezes, sua fascinação por magia negra e feitiçaria. Ele possui uma livraria ocultista em Londres, chamada The Equinox e vive num castelo infestado pelo demônio, que pertenceu a Aleister Crowley”. (
W.S. DIAS, Por detrás do Rock in Riopresença do satanismo?, p. 5.)

Cauções satânicas

Quanto à influência satanista nas letras das canções Rock, basta tomar algumas delas para fazer a constatação: as mais explícitas, como as que citaremos a seguir, chegam a evocar diretamente o demônio e a execrar Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja, como o fariam canções compostas pelo próprio demônio. Outra característica que chama a atenção, e que está bem de acordo com a psicologia
 de Satanás, é o desespero que domina essas canções, a nota de uma condenação irremissível ao inferno.

Sinos do inferno
Vejamos, em primeiro lugar a canção Hell’s Bells - Sinos do Inferno, do conjunto australiano AC/DC (siglas que, segundo alguns, quer dizer Anti-Cristo/Companheiros do Demônio):

Você é ainda muito moço.
mas vai morrer. 
Eu te levarei ao inferno. 
Satanás vai te pegar! 
Sinos do inferno,
sinos do inferno. (W. S. DIAS, Por detrás do Rock in Rio: presença do satanismo?, p. 4.)

Auto-estrada do interno

Outra canção desse conjunto apresenta a mesma nota de desespero satânico. Ela se intitula significativamente Auto-estrada do inferno:

Eu estou indo para baixo.
É hora de festa.
Meus amigos estarão lá também.
Estou na auto-estrada para o inferno
Não há sinais de ‘pare’, nem velocidade limitada.
Ninguém vai me frear...
Ei Satanás, estou pagando minha dívida
tocando num conjunto Rock...
Estou no meu caminho para a terra prometida.
Estou na auto-estrada para o inferno.
(
Ibidem,p. 4.)

Canto para meu doce satã — Quero ir para o interno.
A nota de desespero blasfemo e luciferismo é ainda mais acentuada na letra abaixo do conjunto Led Zeppelin:

Deus me abandonou, 
Não há escapatória. 
Canto para meu doce satã.
Todo poder é de meu satã,
que nos dará o 666 [o Anti-Cristo].
Quero ir para o inferno. 
(
W.S. DIAS. op cit., p. 6.)

Meu nome é Lúcifer
O conjunto Black Sabbath — cujo nome já é uma profissão de fé satanista, lembrando os sabás das feiticeiras — canta como se fosse o próprio demônio:

Agora você está comigo em meus pensamentos. 
Nosso amor a cada momento se torna mais forte. 
Olhe dentro de meus olhos.
Você verá quem eu sou.
Meu nome é Lúcifer. 
Pegue minha mão por favor. (C.A. MEDEIROS Rock and Roll e satanismo, p. 4.)

Simpatia pelo demônio

Os Rolling Stones, um dos mais famosos conjuntos Rock, não hesitam em cantar a música com o título inteiramente explícito de Simpatia pelo demônio, na qual também é o próprio Satanás quem fala, numa soberba demencial:

Peço licença para me apresentar...
Eu estava por perto quando Jesus Cristo
teve seu momento de dúvida e de dor. 
Assegurei-me amaldiçoadamente de que
Pilatos lavaria as mãos e decidiria seu destino.
Prazer em conhecê-lo.
Espero que advinhe meu nome...
Chame-me apenas Lúcifer.
(
C. A. MEDEIROS, Rock and Roll e satanismo, p. 6.)

O Deus do Trovão

Talvez a canção mais explicitamente satanista seja God of Thunder — Deus do Trovão, do conjunto Kiss, que a apresentou a uma platéia de milhares de jovens no Estádio do Morumbi, eu São Paulo, em junho de 1983. Segundo algumas interpretações, o nome do conjunto, Kiss (palavra que significa beijo, em inglês), seria de fato uma sigla formada pelas iniciais de Knights In Satan Service — Cavaleiros a serviço de Satanás. Eis a sua tradução:

Eu fui criado por demônios.
E cheguei a reinar como o Senhor porque eu sou
o Deus do Trovão e do Rock´n ‘Roll...
Eu fui criado por um demônio.
Fui treinado para reinar como um deles.
Eu sou o Senhor da terra desolada. 
(
Ibidem, p. 2.)

Eu não gosto de Cristo... Eu não gosto da Igreja

Já o conjunto brasileiro Titãs faz uma profissão de fé anarquista-religiosa, explode numa revolta satânica contra Deus:
Eu não gosto de padre.
Eu não gosto de madre.
Eu não gosto de frei.
Eu não gosto de bispo,
Eu não gosto de Cri sto...
Eu não gosto do terço,
Eu não gosto do berço
de Jesus de Belém.
Eu não gosto do Papa,
eu não creio na graça
do milagre de Deus.
Eu não gosto da Igreja,
Eu não entro na Igreja.
Não tenho religião.
 (C.A MEDEIROS, Rock and Roll e satanismo, p. 7.)

Nós destruiremos o altar-mor...

Outro conjunto brasileiro, Sepultura, na música intitulada Crucifixão, faz também profissão anarquista-religiosa e nega diretamente a divindade de Nosso Senhor:

Nós negamos os deuses e suas leis. 
Desafiamos seu supremo poder, 
crucificado pelo poder das trevas... 
Ele deixou as igrejas para nos atormentar. 
Nós destruiremos o altar-mor... 
Mostraremos ao mundo nosso ódio. 
Os padres terão seu tormento final. 
Romperemos as igrejas, nós temos um ideal... 
O gênero humano ruma para o suicídio 
Eles têm fé no falso Deus
se chamam Cristo.
que prega o bem e a beleza. (Ibidem,p.7.)

Diante desse satanismo explícito do movimento Rock’ n’ Roll, que reune dezenas e às vezes centenas de milhares de jovens em shows-monstro — autênticas orgias anti-cristãs — que proporções tomam os sabás de séculos passados, contra os quais lutou tanto a Igreja?

Por que o silêncio em relação a esses sabás modernos?

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Antiguidade da magia negra ou feitiçaria





Antiguidade da magia negra ou feitiçaria “A magia negra ou diabólica, ou simplesmente feitiçaria, consiste em um poder oculto, que permite ao mago obter efeitos superiores à eficiência dos meios realmente empregados” — define o Pe. Leonardo Azzolini S.J. (Pe. Leonardo AZZOLINI S.J., La Magia Secondo la Teologia Morale, col. 1832) A feitiçaria é encontrada em todas as culturas e em todas as épocas; apresenta-se sob aspectos diversos, mas sempre com característica em comum que é o recurso a fórmulas e rituais mágicos, cabalísticos, para curar doenças, prever coisas futuras, assegurar o sucesso de empreitadas, etc. Mais particularmente, a capacidade de de fazer o mal, de prejudicar outros. A magia estava tão difundida na Antigüidade, que consistia um perigo para o Povo Eleito, o qual era tentado a imitar vos vizinhos. A Bíblia ressalta essa prática no Egito. O livro do Êxodo (7, 11 ss), narra como, tendo Moisés e Arão feito prodígios diante do Faraó (transformação de uma vara em serpente e as águas do rio em sangue) os magos do Faraó, pela ação do demônio fizeram o mesmo. O livro de Isaías (47, l2ss) e o de Daniel (1, 20; 2, 2ss) mostram a importância da magia entre os babilônios. Também os gregos romanos nada faziam de importante sem antes consultar as pitonisas e os oráculos. Por isso Deus estabeleceu a mais severa das punições para quem recorresse a mágicos e advinhos, ou invocasse os espíritos: a pena de morte (Ex 22, 18; Lev 20,27; 19,26-31; 20,6; Deut 18, 9-14). Mesmo aio depois da Redenção tais práticas, infelizmente, não cessaram (cf. At 13, 6-10; 16, 16-18). Aliás o próprio Divino Mestre havia predito que se levantariam falsos profetas, os quais fariam prodígios e milagres que enganariam até os bons (Mt 24, 24). Nos primeiros tempos do Cristianismo os Padres da Igreja combateram muito a feitiçaria; e na Idade Média, os grandes Doutores - como João de Salisbury (1120-1180), São Tomás de Aquino (1225-1274) e São Boaventura (1221-1274), entre outros, continuaram o mesmo combate, estudando a fundo a feitiçaria. A época, entretanto, em que o problema se tornou mais vivo, foi o começo dos Tempos Modernos, em virtude da enorme decadência religiosa que se seguiu ao declinar da Idade Média, com a explosão de orgulho e sensualidade do Renascimento e, finalmente, a crise de revolta contra a Igreja, que deu no Protestantismo. De fato, sobretudo nos séculos XV ao XVII, inúmeros Papas e Concílios provinciais promulgaram documentos alertando contra a prática da feitiçaria. É nessa época que surge um dos documentos mais autorizados sobre a ação de bruxos e feiticeiras, a bula Summis desiderantes, do Papa Inocêncio VIII (1484-1492).

terça-feira, 24 de abril de 2012

Os nove coros angélicos




 Existem diferenças entre os anjos, mas não consta na Revelação qual sua origem nem seu modo preciso. É questão de livre discussão se os anjos são todos da mesma espécie, ou se existem tantas espécies quantos são os coros, ou se cada indivíduo constitui uma espécie por si (opinião de São Tomás). De acordo com uma tradição que remonta ao Pseudo-Dionísio Areopagita,* os teólogos costumam agrupá-los em nove ordens ou coros angèlicos, distribuídos em três hierarquias ( os nomes são tomados da Sagrada Escritura):* *Renomado escritor eclesiástico dos primeiros séculos, cuja identidade não se estabeleceu ainda ao certo, durante muito tempo confundido com o sábio convertido por São Paulo no Areópago de Atenas (cf. At 17, 34). Uma de suas obras mais célebres é De coelesti hierarquia — Sobre a hierarquia celeste, na qual estabelece a ordem dos Anjos, deteminada pelo seu grau de assimilação a Deus, de união com Deus, do dom de luz divina que recebem e transmitem aos Anjos inferiores. * Por exemplo: Serafins ( Is 6,2); Querubins ( Gen 3,24; Ex 25, 18; 3 Reis 6,23; Sl 17, 11; Ez 10,3; Dan 3,55); Arcanjos ( 1 Tes 4,15; Jud 9); Anjos, Potestades, Virtudes ( 1 Ped 3,22); Principados, Dominações ( Ef 1,20-21); Tronos (Col 1,16). Primeira hierarquia - Serafins, Querubins, Tronos; Segunda hierarquia - Dominações, Potestades, Virtudes; Terceira hierarquia - Principados, Arcanjos e Anjos. Os anjos dos três primeiros coros ou primeira hierarquia - Serafins, Querubins e Tronos contemplam e glorificam continuamente a Deus: " Vi o Senhor sentado sobre um alto e elevado trono... Os Serafins estavam por cima do trono ... E clamavam um para o outro e diziam: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus dos exércitos" (Is 6, 1-3 ). " O Senhor reina ... está sentado sobre querubins" (Sl 98,1); os três coros seguintes - Dominações, Virtudes e Potestades - ocupam-se do governo do mundo; finalmente, os três últimos - Principados, Arcanjos e Anjos - executam as órdens de Deus: "Bendizei ao Senhor, vós todos os seus anjos, fortes e poderosos, que executais as suas ordens e obedeceis as suas palavras" (Sl 102, 20). Todos eles podem entretanto ser chamados genericamente anjos, estando à disposição de Deus para executar suas vontades. Embora o Evangelho, na Anunciação a Maria, se refira ao anjo Gabriel ( Lc 1,26), isto não quer dizer que ele pertença à última das hierarquias angélicas, pois a sublimidade dessa embaixada leva a supor que se trate de um dos primeiros espíritos que assistem diante de Deus. Os três arcanjos - como são conhecidos comumente São Miguel, São Gabriel e São Rafael - pertencem, provavelmente, à mais alta hierarquia angélica. Falaremos deles mais adiante. Embora não conheçamos, o número exato dos anjos, sabemos, pelas Escrituras e pela Tradição, que são muitíssimos,. É o que lemos no livro do Apocalipse: "E ouvi a voz de muitos anjos em volta do trono ... e era o número deles milhares e milhares" (Apoc 5, 11). E no livro de Daniel: “Eram milhares de milhares de milhares (os anjos) que o serviam, e mil milhões os que assistiam diante dele” (Dan 7, 10). Muitos teólogos deduzem que o número dos anjos é superior ao dos homens que existiram desde o princípio do mundo e existirão até o fim dos tempos. A razão disso é dada por São Tomás ao dizer que, tendo Deus procurado principalmente a perfeição do universo ao criar os seres, quanto mais estes forem perfeitos, Deus os terá criado com maior prodigalidade. Ora, os anjos são mais perfeitos que os homens, logo foram criados em maior número.

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

O pecado dos anjos maus


Qual teria sido a prova a que foram submetidos os anjos? E qual teria sido o pecado dos que sucumbiram à prova?

Um pecado de soberba


Acredita-se comumente que tenha sido um pecado de orgulho, de soberba, pois a Escritura diz que “foi na soberba que teve início toda a perdição” (Tob 4, 14).
Santo Atanásio (séc. IV) o afirma explicitamente: "O grande remédio para a salvação da alma é a humildade. Com efeito, Satanás não caiu por fornicação, adultério ou roubo, mas foi o seu orgulho que o precipitou ao fundo do inferno. Porque ele falou assim: "Eu subirei e colocarei meu trono diante de Deus e serei semelhante ao Altíssimo" (Is 14, 14). E é por essas palavras que ele caiu e que o fogo eterno se tornou sua sorte e sua herança”.(Apud Card. P. GASPARRI, Catechisme Catholique pour Adultes. p. 345.)

Em que teria consistido essa soberba?


Segundo São Tomás de Aquino, essa soberba consistiu em que os anjos maus desejaram diretamente a bem-aventurança final, não por uma concessão de Deus, por obra da graça, e sim por sua virtude própria, como mera decorrência de sua natureza. Desse modo, quiseram manifestar sua independência em relação a Deus; eles recusaram assim a homenagem que deviam a Deus como seu criador e desejaram substituir-se a Ele e ter o domínio sobre todas as coisas: ser como deuses (cf.Gen 3,5).


São Tomás faz igualmente referência à seguinte passagem de Isaías — referente ao rei de Babilônia, mas geralmente aplicada a Satanás — para ilustrar o pecado dele e dos anjos maus que o acompanharam na revolta: “Como caíste do céu, ó astro brilhante [em latim: “Lúcifer”J, que, ao nascer do dia brilhavas? ... Que dizias no teu coração: ... serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14, 13-14).


O pecado de Lúcifer e dos anjos que se revoltaram com ele teria sido, pois, um pecado de soberba, ou seja de complacência na própria excelência, com menoscabo da honra e respeito devidos a Deus.
Estes elementos se encontram em todo pecado — explica o Pe. Bujanda — pois quem ofende a Deus prefere a própria vontade, em vez da vontade divina, e nela se compraz.
FONT;

http://www.fimdostempos.net/anjos_demonios_luta_trevas2.html
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